quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Renovação para Sintra - as questões sociais; a insegurança e a identidade sintrense, são as principais preocupações:



 
 

Para o concelho de Sintra, José Lucena Pinto, o antigo combatente da Guerra do Ultramar defende ideias como:

 »    A valorização dos idosos;
 »  Melhorias na educação;
 »   Reforço da segurança;
       »  Reforço das políticas sociais. 

1 - No que diz respeito aos séniores, o PNR propõe a implementação do projecto “Olho Alerta”, onde “os velhos não serão trapos, mas gente com grande utilidade para proteger os seus netos, para os ajudar. Com a experiência que têm podem ajudar nas escolas, no dia-a-dia e inclusivamente fazer uma espécie de vigilância para alertar as autoridades do que se está a passar de mal”. 

2 - Quanto aos jovens, Lucena Pinto gostaria de os ver acompanhar as Corporações de Bombeiros e as unidades militares do concelho, experiências que os podem ajudar a “saber o que é a disciplina e os horários, a hierarquia”. 

3 - Outra preocupação está relacionada com a segurança. “Já não consegue sair de casa em segurança. Quando se chega a casa já não é para sair… porque temos medo”, diz.

4 - O candidato pelo PNR defende ainda que as casas devolutas do concelho sejam compradas pela Câmara Municipal. “Porque não aproveitar estas casas para arrendamento social? Mas serem compradas pela Câmara, em vez de gastar dinheiro em construir bairros”, assinala.
Sobre os últimos anos de gestão autárquica em Sintra, diz que “há muitas coisas que estão mal” e que “as coisas andam por andar”, lamentando “o esbanjamento de dinheiro”.

 

José Lucena Pinto afastou ainda a ideia de que o PNR seja racista ou xenófobo. Mas, enfatiza, “não podemos ser como a avestruz e meter a cabeça na areia”. Por isso defende que se deve “defender primeiro a nossa família”. “Temos que zelar pelo trabalhador português, que está muito dele no desemprego porque houve uma emigração que veio que lhes tirou postos de trabalho”, disse. “Mas temos outra emigração”, reconheceu. “Os que vêm para cá e é para trabalhar, não para viver às custas dos subsídios”. “Mas não queremos cá os que nos assaltam nos comboios”.

Fonte: jornal Actual Sintra, em 30 de Agosto de 2013.






Viva Sintra! Terra Portuguesa!

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

«Sintra Mais Portuguesa!» É o lema de Lucena Pinto, candidato dos Nacionais Renovadores à Câmara Municipal.

 

José Lucena Pinto de 62 anos é natural do distrito de Vila Real, mas reside no município de Sintra à largos anos. Após concluir com sucesso o ensino secundário na Escola Industrial Infante D. Henrique no Porto, seguiu o caminho de muitos outros jovens de então e serviu na Guerra do Ultramar, integrado nos Fuzileiros Especiais da Armada. 

Entre 1969 e 1971, prestou serviço em Moçambique, como Agente Policial Técnico EMA. 

Regressado da guerra, estabeleceu-se como delegado comercial de artes gráficas e artigos de papelaria, exercendo também um cargo de supervisão numa empresa de importação. 

Membro da Associação de Fuzileiros, integra o Conselho Nacional do PNR - Partido Nacional Renovador, partido no qual se filiou em 2008 e reside em Massamá. 

Candidata-se à Câmara Municipal de Sintra, com o lema “Sintra Mais Portuguesa”.

Nas próximas eleições autárquicas, marque a diferença numa verdadeira alternativa a este sistema corrupto e incapaz para resolver os problemas, com um voto de confiança no PNR! 

PNR! Pelo nosso Povo e pela nossa Terra.

Fonte: PNR, Partido Nacional Renovador.


Viva Sintra! Terra Portuguesa!

sábado, 27 de julho de 2013

A Carta de Foral Manuelina de 1514 regressa a Sintra.


O Foral Manuelino de Sintra, datado de 1514, que foi restaurado pelo Arquivo Nacional da Torre do Tombo e entregue à vila. O Foral, ou Carta de Foral, era um documento no qual o Rei outorgava um conjunto de privilégios e estabelecia regras, passando a ser o instrumento administrativo do concelho.

Segundo a autarquia, “a relevância deste Foral Manuelino é de tal dimensão que se insere de acordo com a tipologia convencionada no tipo principal, revelando a arquitectura ornamental do frontispício a sua importância como diploma, bem como o estatuto que conferia a Sintra, por decreto régio, mas também por exibir um cuidado estilístico digno do prestígio da vila”.

O primeiro foral foi dado a Sintra por D. Afonso Henriques, em 1154. O Foral, entregue na Terça-feira a Sintra, integra-se na denominada “leitura nova”, isto é, a renovação, decretada por D. Manuel I, de todos os forais medievais que, durante 20 anos, foram recolhidos por uma comissão régia e reformados à luz dos novos conceitos jurídico-administrativos, instituindo uma nova caligrafia oficial, o gótico librário.

Foram alvo desta reforma cerca de 600 concelhos, entre os quais, Sintra. A entrega do documento, que é encimado pelas armas reais, com nove castelos, e ladeado pelas esferas armilares, foi feita durante uma cerimónia que contou com a participação do secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, e do diretor-geral da Direção Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas, José Manuel Cortez.

Fonte: Jornal da Região - Sintra. 


Viva Sintra!  Terra Portuguesa!